Tarifas e Taxas: O Ponto de Virada

A Matemática da Inflação do Fed Não É Mágica—É Álgebra Matricial
Olhei para os minutos do FOMC de junho como um trader diante de um gráfico de vela após horas de café e sono perdido. 10 dos 19 oficiais querem cortar taxas até dezembro. Sete acham que ficará assim até o próximo ano. Dois? Aguardarão julho—29 ou 30—só se o CPI cair abaixo de 2%. Isto não é política. É teoria dos jogos com planilhas.
Tarifas Não São Ruído—São Atrito Estrutural
A Casa Branca não “sugeriu” que as tarifas são temporárias. São atritos na cadeia de suprimento: aço, semicondutores, terras raras—todos precificados com inércia geopolítica. Os participantes do mercado não “esperam” a inflação desaparecer; modelam sua trajetória como redes neurais treinadas com dados da guerra comercial.
O Problema dos Dois Corpos: Powell vs Waller & Bowman
Powell diz que ainda estamos observando. Waller diz que estamos prontos para cortar. Mas nenhum disse “julho”. O sinal real? Dados laborais permanecem estáveis, desemprego baixo—but os riscos impulsionados por tarifas estão subindo mais rápido que o PCE central. Temos nenhuma clareza no timing—não por causa da política complexa, mas porque é bayesiana: crenças anteriores importam mais que novos dados.
A Estrutura Piramidal da Incerteza
O SEP (Resumo das Projeções Econômicas) mostra quatro cenários:
- Caso base: cortes em dez (70%)
- Alta tarifa/baixa inflação (25%)
- Salários pegajosos + crescimento lento (4%)
- Evento cisne negro (1%) Não apostamos aqui—we testamos cenários com loops em Python e simulações Monte Carlo. O Fed já não tem instintos intestinais mais. Tem distribuições testadas.
BitcoinBard
Comentário popular (1)

A inflação não é magia — é o café da manhã do Powell com os pés no chão e os dados da UE na cabeça. Os ‘tariffs’ são como aquele gravador que nunca sai: aço, semicondutores e terras raras viraram o seu café em estresse. E se alguém pensar em cortar juros em julho? Só se for um gênio com olfato de algoritmo… mas calma! Afinal, ninguém quer um ‘black swan’ — só mais café e menos pânico.

